O FLIBA 2021, “Festival Literário da Baixada Fluminense”, surge da oportunidade de fomentar o fazer literário, a leitura, os encontros, os livros, os contos, as intervenções e manifestações culturais da/e para a Baixada Fluminense.

   O FLIBA 2021, “Festival Literário da Baixada Fluminense”, surge da oportunidade de fomentar o fazer literário, a leitura, os encontros, os livros, os contos, as intervenções e manifestações culturais da/e para a Baixada Fluminense.



(Divulgação)

Rômulo Sales, produtor e gestor cultural que até então estava à frente da Superintendência de Artes do Estado do Rio, assumiu o desafio de estar à frente da Secretaria Municipal de Cultura e ao identificar a ausência de bibliotecas e livrarias na cidade, idealizou o projeto, cujo a primeira edição terá sede no município de Queimados, com adesão aberta para as demais Cidades da Baixada Fluminense.

O festival terá 28 dias de programação, no período de 20 de março a 18 de abril, contando com oficinas, apresentações de teatro, encontros literários, mesas de debate, contações de histórias e slams. Quase 100% dessa programação é composta por projetos incentivados pela Lei Emergencial da Cultura, Aldir Blanc, e projetos premiados no Retomada Cultural da SECEC-RJ e demais Cidades da Baixada Fluminense.

A partir da demanda de aglutinar programações e entregas efetivas e seguras nasce o FLIBA, organizado pela Sociedade Civil e Secretaria Municipal de Cultura e Turismo do Município de Queimados.


O festival traz uma programação híbrida, online e presencial - com público reduzido e cumprindo as políticas de distanciamento social, devido ao período pandêmico e buscando a prevenção ao COVID-19 sem deixar de impulsionar a cultura. Além disso, as apresentações terão intérpretes de LIBRAS, audiodescrição, programa e divulgação com recursos de acessibilidades disponíveis no mercado.


A acessibilidade Cultural torna-se o carro chefe da primeira edição do FLIBA, deixando como legado para a Cidade de Queimados e região a entrega de uma Biblioteca Pública da praça CEU (Centro de Artes e Esportes Unificado), estrutura do Governo Federal, já existente no local, localizado em um bairro popular e que será potencializado com ações de artísticas pelo novo Secretário.

A biblioteca será estruturada a partir do conceito de desenho universal de linguagem no que tange ao espaço físico, mobiliário, acervo e programação.

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